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Conhecimento

Úlcera de Wagner grau 1 localizada na face plantar do hálux esquerdo(dedão do pé), associada a um pé diabético.

Úlcera de Wagner grau 2 localizada no dorso do pé e na tíbia anterior da perna.

O paciente tem histórico de diálise e doença arterial periférica. A úlcera no pé direito persiste há seis meses sem cicatrizar. Má circulação (índice tornozelo-braquial de 0,34). Gangrena localizada com infecção grave no pé direito.

As úlceras plantares requerem desbridamento prévio para promover a cicatrização da ferida.

Úlcera localizada na ponta do hálux esquerdo, bem como nos dedos e solas de ambos os pés, caracterizada por pressão externa, fricção e calosidades espessadas associadas ao pé diabético.

Úlcera associada à formação de biofilme no pé diabético, que requer desbridamento mecânico e terapia tópica direcionada para superar a cicatrização tardia e a resistência a antibióticos.

Úlcera associada à formação de biofilme no pé diabético, que reque desbridamento mecânico e terapia tópica direcionada para superar a cicatrização tardia e a resistência a antibióticos.

O paciente está em hemodiálise há 8 anos e apresenta doença arterial periférica. A úlcera persiste há 3 meses sem cicatrizar e evoluiu para osteomielite do calcâneo, necessitando de internação para tratamento.

Úlcera no pé direito após fasciite necrosante, tratada com desbridamento e cirurgia reconstrutiva, com terapia tópica contínua para auxiliar na cicatrização das áreas não fechadas.

Úlcera com exposição óssea localizada na face lateral do pé esquerdo após desbridamento e amputação parcial do dedo devido a osteomielite e doença arterial periférica.

Submeteu-se a múltiplas angioplastias transluminais percutâneas (ATP) e cirurgias de bypass nos últimos 10 anos para restaurar o fluxo sanguíneo. O valor de TcPO₂ pós-operatório foi de 11 mmHg, indicando melhora limitada do fluxo sanguíneo, o que inviabilizou novas ATP. Sofreu amputações menores do segundo, terceiro e quarto dedos do pé esquerdo devido à gangrena.

O paciente tem histórico de doença arterial periférica grave. Na admissão hospitalar, a úlcera foi classificada como grau 3 de Wagner. Antibióticos intravenosos foram administrados inicialmente para controlar a infecção. Uma ressecção parcial do metatarso foi realizada no pé direito.

O paciente tem histórico de doença arterial periférica e doença arterial coronariana. Gangrena do hálux e segundo dedo do pé direito (Grau 4 de Wagner). A úlcera não cicatrizou há mais de dois meses.

Ferida na área doadora da coxa após enxerto de pele de espessura parcial, tratada com creme tópico e curativo não aderente para auxiliar na cicatrização e reduzir o desconforto.